Por que tanto se perder, tanto se procurar, sem se encontrar.
Me fecham os muros de todas partes.
Estás errado, não podes continuar inventando, que o mundo seja outra coisa e voar como borboleta.
Faz um calor que me deixa frio por dentro, com este vício de viver mentindo.
Que bonito seria teu mar, se soubesse eu nadar.
Minha mente tão cheia de cara de gente estrangeira,
conhecida, desconhecida, voltei a ser transparente.
Não existo mais.
Sendo esposa de teus ruídos, teu labirinto extrovertido.
Não encontrei a razão, por que me dói o coração
Porque é tão forte, que só poderei te viver na distância e te escriver uma canção.
Te amo, Barcelona
terça-feira, 16 de junho de 2009
Barcelona
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